Leaf lança Aptus-II 12: a câmera com sensor de 80 megapixels
Apenas seis meses após o lançamento da Aptus-II 10, que tinha sensor de 56 megapixels, e Leaf aumenta a distância da concorrência com uma quantidade de megapixels para ninguém botar defeito.
Megapixels. Quanto mais, melhor! Agora, se você acha que a sua câmera do celular, com míseros 8 MP é boa, que tal uma com dez vezes mais resolução que ela? É claro que você não poderia bater muitas fotos no seu cartão de memória de 2 GB, pois na resolução máxima, a Aptus-II 12 consegue chegar ao impressionante tamanho de 480 MB por arquivo de imagem.
Tudo isso capturado por um sensor CCD de 53,7 x 40,3 mm, e com sensibilidade da imagem entre ISO 80 e 800. Para que você possa visualizar suas imagens com clareza na própria câmera, um visor de 3,5 polegadas sensível ao toque na parte de trás da câmera apresenta a sua foto e todas as opções que podem ser aplicadas às imagens.
É claro que para desfrutar desta pequena monstruosidade você terá que desembolsar um valor igualmente monstruoso: 24 mil Euros (aproximadamente R$ 55.000,00). Entretanto, se você quiser a versão avançada da câmera com 80 milhões de pontos por imagem, chamada de Aptus-II 12R, que entre outras funções permite que você bata fotos em modo retrato sem precisar virar a câmera de lado, basta desembolsar meros 32 mil euros (ou a bagatela de aproximadamente R$ 75.000).
Fonte: http://www.tecmundo.com.br
Tive o prazer de conhecer meu mestre através de um grande amigo Edivan Barros, estava no trabalho quando Edivan falou que Salgado havia sido roubado, roubaram o bem mais precioso, sua câmera fotografia, logo me senti lesado também, os fotógrafos sabem do que estou falando.
Até então não nos conhecíamos pessoalmente, tive um momento de detetive e consegui recuperar a câmera dele, depois que isso ocorreu nos tornamos grandes amigos e hoje é o fotografo que me inspiro e tenho o prazer de participar de alguns trabalhos com ele.
Segue o link de sua página http://www.robertosalgadofotografia.com
Esta fotografia, paisagem da cidade de Angulema-França Meridional, é considerada a primeira fotografia colorida do mundo. Foi tirada no ano de 1872. O fotógrafo era Louis Ducos dü Hauron que propôs o método, conhecido como “subtrativo”, somente aperfeiçoado em 1930 para o uso comercial.
Louis Arthur Ducos dü Hauron (8 de dezembro 1837, Langon – 31 de agosto 1920, Agen) foi um francês pioneiro na fotografia colorida, além de ser criador dos princípios fundamentais da cinematografia atual, ao lado de Henry – Desiré Du Mont. Nos anos que se seguiram ao seu não publicado artigo de 1862, Louis se dedicou a criação de maneiras e práticas de gravação das imagens coloridas utilizando cores aditivas (vermelho, verde e azul) e subtrativas ( ciano, magenta,amarelo ). Em 1868 ele patenteou alguns de seus métodos e no ano seguinte escreveu Les Couleurs en Photographie. Um de seus primeiros trabalhos com fotografias coloridas foi Landscape of Southern France, tirada através do método subtrativo em 1877.
Século XIX – Um dos pioneiros da Fotografia no Brasil foi o pintor e naturalista francês radicado no Brasil, Antoine Hercules Romuald Florence. Florence, que chegou ao Brasil em 1824, estabeleceu-se em Campinas, onde realizou uma série de invenções e experimentos. No ano de 1833 Florence fotografou através da câmera escura com uma chapa de vidro e usou papel sensibilizado para a impressão por contato. Ainda que totalmente isolado e sem conhecimento do que realizavam seus contemporâneos europeus, Niépce e Daguerre, obteve o resultado fotográfico, que chamou pela primeira vez de Photografie Pela descoberta de Florence, o Brasil é considerado um dos pioneiros na Fotografia.
A figura acima vem de um diploma da maçonaria que ele confecçionou. Ele ensinava a fazer isto, e é nos seus manuscritos onde aparece pela primeira vez a palavra “photographie”. O livro “Hércules Florence: 1833, a descoberta isolada da fotografia no Brasil” de Boris Kossoy, ed. Duas Cidades, São Paulo-1980, é referência obrigatória. A ilustração acima foi obtida dele.
Quando falamos do início da fotografia no Brasil, não podemos nos esquecer do Imperador Dom Pedro II, que foi um fotógrafo apaixonado. O abade Louis Compte em 16 de janeiro de 1840 quando aportou no Rio de Janeiro fez uma demonstração à Dom Pedro II da daguerrotipia (fonte: Jornal do Commercio, de 17 de janeiro de 1840, Rio de Janeiro). D. Pedro II, possivelmente tenha se tornado o primeiro fotógrafo com menos de 15 anos do Brasil, quando no mesmo ano de 1840 adquiriu um daguerreótipo, em Paris.
Augustus Morand , fotógrafo norte-americano (1815-1862), fez as primeiras fotos da família imperial do Brasil, isso ainda em 1840.
Point de vue du Gras – Primeira fotografia permenente feita por Niépce em 1826
1826 – Ano Zero
O francês Joseph Nicéphore Niépce (1765-1833), na tentativa de encontrar um processo para fixar imagens sobre pedras litográficas, terminou por criar o que pode ser considerado o primeiro processo de obtenção de imagens por intermédio da luz. Ele batizou tal processo de heliografia. Niépce, em 1826, após uma exposição de 8 horas, obteve o que é considerada a primeira fotografia do mundo – a imagem permanente de uma vista do quintal de sua casa em Gras. Utilizando uma câmara escura e placa de estanho recoberta com betume da judéia (material que tem a propriedade de endurecer e se tornar insolúvel sob a ação da luz) e “revelando” a imagem com uma solução de lavanda, que aplicada sobre a placa, retirava o betume não completamente endurecido. Posteriormente, em 1829, o estanho é substituído pela prata que, submetida a vapores de iodo, se tornava sensível à luz. Esse processo foi bem detalhado em contrato celebrado entre Niépce e Daguerre, que em 1831 criou o processo da daguerreotipia baseado na sensibilidade à luz do iodeto de prata formado na superfície da placa. A primeira fotografia do mundo ainda existe e se encontra no Harry Ransom Center da Universidade do Texas, EUA.
fonte: http://alternativafotografica.wordpress.com